12 de abr. de 2015

Jardim que passarinho gosta

Eles pousam no pinheiro, onde cantam
Sabiás, sanhaços, cambacicas e rolinhas são os que conheço. Outros têm cantos que identifico, nem sempre consigo ver quem canta.

O pinheiro não serve para ninhos, e a pitangueira ainda é pequena e fina, mas já dá frutos atraentes.

O malvavisco e o clerodendro vermelho atraem beija-flores, cambacicas e outros. 

Pendurei na pitangueira um prato onde coloco pedaços de mamão, banana, caqui, manga, abacate. 

No chão deixo um prato de água, que troco todos os dias, onde os sabiás e as rolinhas tomam banho.  

A respeito desta água, o fato de trocar todos os dias impede a proliferação do Aedes aegypti, vetor do vírus da dengue. Veja porque, conhecendo o ciclo de vida desse mosquito no site C+, ou acesse o Guia básico de dengue elaborado pela SUCEN. 

Num posto de gasolina da Av. Antonio Maria de Laet está instalado um comedouro para passarinhos da Natureza Livre, perto de uma fileira de paus-brasil plantados na calçada. Os três andares têm comidas para dietas diferentes, as aves entram e saem.

Uma empresa perto do metrô Jardim São Paulo também tem um comedouro destes.

29 de mar. de 2015

Jardim de flores da Da. Lourdes


Ela tem 85 anos - não aparenta. 

Todo dia, de manhã, está de sacho nas mãos enluvadas, às vezes de chapéu de palha (um modelo bem bonito), com balde de água. Cavoca, carrega terra, planta, mantém as bordas limpas da grama. 

O jardim fica sobre o córrego Cabuçu, canalizado. 

 O canteiro central da Avenida Prof. Antonio Maria de Laet já tinha muitas árvores, a maioria plantadas e cuidadas durante anos pelo morador de um apartamento da R. Cônego Ladeira.  

Recentemente a subprefeitura urbanizou o canteiro central, e há alguns meses a Da. Lourdes começou a plantar flores. 



Começou por este, pequeno, com um hibisco. 




 


Tive a sorte de encontrar esta borboleta nas flores. 








Este é o canteiro mais comprido - por enquanto.
Mesmo quem sai do estacionamento e atravessa a rua indo para o metrô, evita pisar sobre as plantas. Várias delas foram dadas à Da. Lourdes, para que plantasse.




Uma das coisas que a entusiasma são os elogios. Claro, também há quem critica.
Mas o entusiasmo é maior, e ela está começando um canteiro novo, espalhando a terra, cheia de minhocas, que sobrou de uma intervenção da subprefeitura. 



Uma senhora lhe disse que, um dia, tinha saído de casa muito aborrecida com os problemas de família, se sentindo muito mal. Quando viu as flores na rua, tudo mudou, ela se sentiu em paz.




Um pai disse ao filho, menino, que essa senhora estava fazendo aquele jardim. O menino parou diante dela e aplaudiu, e o pai se juntou ao filho no aplauso.




 


13 de fev. de 2015

O córrego perto da minha casa

E se seu endereço não fosse a rua, mas o córrego na margem do qual você mora? Algo como, "Córrego Lavrinha, margem direita, casa 3 depois da foz do Córrego Cabuçu"?

 Não é absurdo: veja o mapa das bacias hidrográficas do município de São Paulo e os córregos que existem em cada uma delas. 

Não se anda 200 m na cidade sem encontrar um córrego. Bem, encontrar não, porque grande parte deles estão escondidos, canalizados.

Desafio você a encontrar o córrego perto da sua casa e saber seu nome. Encontre-o no mapa, e encontre-o na rua, que é onde ele está. Passa pelo meio da quadra, aparece no bueiro, ou se ouve o ruído de sua água correndo. 

Onde fica sua nascente? 
As pessoas mais antigas no bairro, se lembram de um tempo em que pegavam água dessa nascente?

Eu moro no Córrego Cabuçu, margem esquerda, na quadra de sua segunda nascente nessa margem.


O projeto Rios (In)visíveis está propondo o mapeamento colaborativo dos rios e córregos de São Paulo. Participe!



1 de fev. de 2015

Reuso da água da máquina de lavar: como evitar o mau cheiro

Aceitei o desafio de testar uma hipótese: se a roupa for lavada com sabão de coco ralado, a água do enxágue não fica com mau cheiro.

Testei, duas vezes, e é fato: guardei a água por uma semana, num recipiente de plástico de 110 l , tampado, e o cheiro era suave. Comparando com a roupa lavada com sabão em pó, é muito melhor: não era possível guardar a água mais de três dias, porque ao lavar o quintal com ela o mau cheiro persistia por horas. 

Ralando o sabão de coco direto sobre a roupa
O processo que usei está na foto ao lado: ralei meio sabão de coco de 200 g - para uma máquina com capacidade para 8 kg - diretamente sobre a roupa, ou seja, usei 100 g de sabão.

Para ralar usei um ralador da quatro faces, escolhi aquela que tira pequenas lascas, usada para cortar legumes tipo "palha fina". 

Experimente outras opções. O que importa é que o sabão dissolva.

Depois deixei a máquina bater a roupa uma vez e desliguei, deixando de molho várias horas. Com isso não só o sabão dissolve, como age sobre a roupa.

Além de melhorar o cheiro da água do enxágue - porque a primeira água não tem jeito, não dá para guardar, nela fica toda a sujeira da roupa - observei que a roupa ficou muito mais limpa (e mesmo com o sabão em pó sempre deixei a roupa de molho), e com um delicioso cheiro de ... nada! Sem aquele cheiro da marca do sabão em pó que você usou desta vez.

19 de jun. de 2013

Jardim da Edna... e de sua vizinha

Você já viu aquelas casas onde o vizinho pediu que fossem cortados os galhos da árvore que passavam sobre o muro? Sobrou meia-árvore...

Mas a Edna escolheu deixar a flor-de-são-joão da vizinha cobrir seu muro, mesmo sendo ele todo enfeitado, como as fotos mostram.




Nesta visa geral não se vê os enfeites do muro, mas na próxima foto sim.




























1 de jul. de 2012

Jardim da Marisa

O maracujá doce nasceu sozinho. Não sabemos quem poliniza, a Marisa viu uns insetos parecidos com besouros.











1 de jul. de 2010